Após a Maria Fumaça fomos ao centro de SJDR. Precisávamos ir ao banco. Íamos só para o banco, mas, ao lado do banco havia uma loja ... mulheres ... compras ... mulheres ... compras ... Entraram numa loja que tudo custava 10 reais.
Centro de SJDR
Ao mesmo tempo Seu Guará sumiu. Só percebi quando Mercedes me perguntou: "Cadê Guará? Sumiu?". Lembro de minutos antes Seu Guará ter apontado pessoas comendo pêtas (iguaria feita à base de farinha, sal e vento) na rua. Ele me perguntou: "Nelson, onde será que eles compraram essas pêtas?". Comentei: "Não deve ter sido longe Seu Guará, pois o saco ainda está cheio". Depois disso Seu Guará desapareceu e foi atrás das pêtas. E não é que ele encontrou. Eita homem danado!
Não satisfeito, Seu Guará comprou um sanduíche natural de uma senhora que passava vendendo lanches na rua. Ele me ofereceu. Recusei. Ofereceu para Mercedes, ela deu uma olhada, uma conferida e recusou também (foto abaixo). Devia estar bom o sanduíche, pois Seu Guará amanheceu bem no dia seguinte.
Após aplicações financeiras (sacar dinheiro) e lanches rápidos (dá-lhe Seu Guará), seguimos para um tal shopping de SJDR.
Na verdade, "parecia uma galeira daquelas da Rua do Passeio", comentou Lorena. Não é para menos, em uma cidade com tantas riquezas históricas e possibilidades culturais, um shopping não poderia mesmo ser a coisa mais importante.
Fomos então visitar a Igreja de São Francisco de Assis. A igreja é linda. De qualquer lugar que se fotografe ela fica linda!
SJDR :: Igreja de São Francisco de Assis
SJDR :: Igreja de São Francisco de Assis
SJDR :: Igreja de São Francisco de Assis
Anoiteceu e estávamos com um apetite razoável! Lorena gritava dizendo "ô gente, tô com muita fome, gente!". Raphael lembrou que na saída do banco, ao pegar o carro, deixaram no para-brisa um anúncio de um restaurante árabe. Eu e Lorena já havíamos visto pela internet e parecia ser muito bom. Como era uma segunda-feira e o restaurante só funcionava de quinta a domingo (segundo o flyer), resolvemos ligar para saber estava aberto. Isso era umas 18:30hs. Confirmaram que funcionaria. Pela descrição do atendente, o restaurante ficava muito próximo do nosso hotel. Resolvemos, então, ir direto. Nem paramos no nosso hotel.
SJDR :: Yussef
O restaurante, chamado de "Yussef" era requintado, uma bela lareira, um ambiente muito agradável. Mercedes e seus nervosos genes libaneses, começaram a saber de quem era o restaurante, qual a origem e se estavam por lá. Os donos do restaurante não estavam naquele momento, ainda era muito cedo.
Percebemos que o restaurante funcionava junto a uma pousada chamada "O Paço do Lavradio". Raphael imediadamente se lembrou que havíamos mantido contato com essa pousada, mas não havia vagas (Mercedes gostou dessa!). A pousada, assim como o restaurante, eram muito bons.
Mas vamos ao que interessa! Comemos pra caramba! Tudo estava ótimo! Comemos esfirras (ela derretia na boca), kibes fritos (segundo Mercedes: "esses são os originais" - tinha até castanha no recheio), kibe cru (comi sozinho - mas ainda prefiro do da casa de Dona Lia), um prato que nem lembro o nome que Raphael pediu (chawarma, se não me engano) e muito mais. A comida estava simplemente fantástica.
SJDR :: Yussef
SJDR :: Yussef
SJDR :: Yussef
Esse final é de total exclusividade para Mercedes! Ela merece!
Fomos para o hotel e saímos na manhã seguinte para Belo Horizonte e, no caminho, visitamos rapidamente a cidade de Congonhas.